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Património

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  • Sé Catedral/ Igreja de Santa Maria

  • Paço Episcopal

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  • Paços do Concelho

  • Castelo

  • Antiga Ermida de Nossa Senhora do Ó /
       Ermida de Nossa Senhora Dentrambalas Águas

  • Antiga Escola de Agricultura do Algarve

  • Antigo Matadouro Municipal

  • Igreja de são Pedro

  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo

  • Convento dos Capuchos

  • Ermida São Sebastião

  • Ermida de Nossa Senhora da Esperença

  • Cerca Seiscentista

  • Casa do Compromisso

  • Alfãndega

  • Casa da Saude

  • Casa da Janela Renascentista



  • Sé Catedral/ Igreja de Santa Maria

    Situada na Vila-Adentro, no Largo da Sé, a Igreja Matriz de Santa Maria foi mandada construir após a Reconquista Cristã, por D. João Viegas, Arcebispo de Braga, que, para o efeito, enviou para Faro os dominicanos Frei Paio e Frei Pedro. Algum tempo depois, foi entregue à Ordem Militar de São Tiago, que promoveu diversas intervenções, sendo as duas capelas góticas e o primeiro piso da torre fronteira à fachada principal, marcas do século XV.
    No ano de 1577, tornou-se sede do assento episcopal, tendo o Bispo e o Cabido vindo de Silves. Em 1596, este templo foi arruinado, devido às invasões das tropas inglesas do Conde de Essex, que saquearam e incendiaram toda a cidade. Reconstruíram-se as colunas e os respectivos arcos, tendo-se mantido diversas capelas, que foram remodeladas nos séculos XVII e XVIII. Os terramotos de 1722 e 1755 motivaram, igualmente, importantes campanhas de obras.
    Os Bispos e o Cabido, assim como as Confrarias do Santíssimo, das Almas e de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, promoveram a ornamentação das próprias capelas.
    Na Sé Catedral de Faro pode ainda ser apreciado um dos melhores conjuntos de talha e de esculturas do Algarve.




    Paço Episcopal

    O Paço Episcopal ocupa todo um quarteirão, ficando a fachada principal no Largo da Sé. A construção inicial deve datar de 1581/1585, anos correspondentes ao bispado de D. Afonso de Castelo Branco, primeiro prelado a residir nesta cidade após a transferência do assento episcopal de Silves para Faro.
    Entre 1704 e 1715, D. António Pereira Da Silva, o maior mecenas da época, mandou revestir a Biblioteca com estantes de madeira, onde figura o seu brasão. Contudo, desconhece-se a data exacta e o artista que executou a pintura em "chinoiserie" (uso de elementos chineses na decoração).
    Deve-se a D. Frei Lourenço de Santa Maria o revestimento azulejar do vestíbulo, da escadaria e ainda das três salas de aparato, que constituem a maior e mais significativa manifestação da azulejaria no Algarve.

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    Seminário Episcopal

    Situado no Largo da Sé, este edifício, destinado à formação do clero regular, foi mandado construir pelos mais altos responsáveis religiosos da Diocese, após a extinção dos Jesuítas e o encerramento do seu Colégio nesta cidade.
    A construção do Seminário apresenta duas fases distintas: a primeira, a norte, que faz ligação com o Paço Episcopal, foi realizada por D. José Maria de Meio, reaproveitando as antigas casas pontificais de D. Afonso de Castelo Branco; a segunda, feita alguns anos depois pelo arquitecto genovês Francisco Xavier Fabri, por ordem do Bispo D. Francisco Gomes do Avelar. Devido a dificuldades económicas, as Aulas Públicas de Letras ministradas na cidade foram também incluídas no Seminário.
    Com o liberalismo, em 1834, os cursos eclesiásticos foram interrompidos, mas continuaram a funcionar as aulas públicas, transformadas, em 1848, no Liceu Nacional.
    Após o restabelecimento das relações diplomáticas do Governo Português com a Santa Sé, o Bispo D.Carlos Cristóvão Genuês Pereira reorganizou, a partir de 1853, o ensino religioso no Seminário.
    Em 1906, o Liceu foi transferido para o edifício entretanto construído junto da Alameda .
    Em 1911, com a irnplantação da República, o Seminário foi confiscado e nele se instalou o Regimento de Infantaria 33. Apenas em 1933 foi devolvida uma parte à diocese, e a restante em 1940.
    Actualmente continua a ter as funções formativas de candidatos ao sacerdócio.

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    Paços do Concelho

    Ocupam o gaveto do Largo da Sé e das Ruas do Município e Domingos Guieiro. A exiguidade dos antigos Paços levou à construção de um novo imóvel, tendo sido adquirida a casa anexa. As obras começaram
    em 1883 e prolongaram-se pela década seguinte. Em 1945, a fachada principal foi renovada pelo arquitecto Jorge Oliveira.
    Trata-se de um edifício de dois pisos, com janelas de sacada no andar nobre da fachada principal.
    Actualmente, alguns serviços funcionam numa casa contígua, na Rua Domingos Guieiro, também oitocentista, de dois pisos e beirado (beira do telhado) saliente, sobressaindo o portal e cinco janelas de sacada no andar nobre.

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    Castelo

    Integrado nas muralhas, o Castelo de Faro tinha três portas: duas com ligação para o mar (a Porta do Mar e a Porta do Socorro), e a terceira para a Vila-Adentro. Sofreu sucessivos restauros, mas destaca-se o que se realizou a seguir a 1596, em que sofreu profundas alterações, pois foi adaptado à artilharia.
    Em 1931, a construção da Fábrica da Companhia Produtora de Malte e Cerveja Portugália veio adulterar profundamente os torreões e os panos de muralha de ligação à Vila-Adentro. Foi feito ainda um grande
    rasgo nas muralhas, tendo-se aberto a Rua do Castelo.

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    Antiga Ermida de Nossa Senhora do Ó / Ermida de Nossa Senhora Dentrambalas Águas

    A antiga Ermida de Nossa Senhora do Ó localiza-se no Centro Histórico, no interior da Vila-Adentro, sobre as muralhas medievais. Pensa-se que terá sido construída no século XV, no local onde, segundo a tradição, os moçárabes, no século IX, colocaram uma imagem da Virgem Maria. As Visitações quinhentistas da Ordem Militar de São Tiago referem que esta ermida estava sobre a Porta da Vila e
    que fora mandada construir pelos mareantes.
    Com o terramoto de 1755, este templo sofreu bastantes danos, sendo reconstruído posteriormente. No ano de 1898, a casa do ermitão e a escadaria de acesso foram adquiridas pela Câmara de Faro, para ali se construir um Quartel para os Bombeiros.
    Apresenta uma planta longitudinal de nave única rectangular e sacristia adossada a Este. A fachada principal, de estilo rococó , possui um frontão que é rematado por uma cruz. No seu interior destaca-se
    o rodapé de azulejos .
    Recentemente, esta Ermida foi transformada numa dependência do Governo Civil.

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    Antiga Escola de Agricultura do Algarve

    A Antiga Escola de Agricultura do Algarve terá sido construída em finais do século XIX, nos arredores de Faro, junto à Estrada Nacional 2. No ano de 1905, aqui começou a funcionar a Escola de Agricultura do Algarve.
    O edifício, de planta rectangular, é de dois pisos, excepto numa pequena parte que tem três. A construção deste terceiro piso for efectuada em meados do século XX.
    Antigo Cemitério da Colónia Judaica de Faro I Cemitério dos Judeus Situado nas imediações do Estádio do São Luís, o antigo Cemitério dos Judeus ficava, no passado, nos arrabaldes, tendo sido absorvido pela expansão da cidade.
    A sua construção ronda o ano de 1820, mas foi apenas utilizado entre 1838 e 1932, datas do primeiro e último enterramento.
    Denota grande sobriedade arquitectónica, existindo no seu interior cento e doze sepulturas rasas com inscrições hebraicas.
    É um elemento histórico de grande importância, uma vez que é o único equipamento colectivo, pertencente à forte comunidade judaica de Faro, que chegou aos nossos dias. Após alguns anos de abandono, a Fundação Faro Cemetery Restoration empenhou-se em recuperá-Io, tendo a cerimónia de consagração decorrido no dia 16 de Maio de 1993, perante a presença do Presidente da República de então, Dr. Mário Soares.

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    Antigo Matadouro Municipal

    Em 1896, os vereadores municipais de Faro, ao terem conhecimento da construção de um Matadouro em Coimbra, solicitaram aos seus colegas o envio de uma cópia do projecto. Como resposta, foi a Faro um representante do empreendimento, Guilherme Cardoso, mostrar diversos projectos. As obras foram iniciadas de imediato e, em 1899, foi inaugurado o Matadouro Municipal de Faro. No ano de 1980, oMatadouro foi desactivado.
    O edifício apresenta uma arquitectura de estilo neo-árabe, com planta rectangular e elementos decorativos de carácter muçulmano.
    Recentemente foi adaptado a Biblioteca Municipal António Ramos Rosa.

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    Igreja de São Pedro

    Situa-se na zona ribeirinha, no Largo de São Pedro. A primitiva ermida medieval, mandada fazer pelos mareantes, foi totalmente reconstruída nos meados do século XVI.
    O novo templo passou a ser a sede da recém-criada freguesia de São Pedro, que foi entregue à Ordem Militar de São Tiago, em troca da cedência da Igreja Matriz em Santa Maria para assento episcopal.
    Os efeitos do terramoto de 1755 foram tão graves que originaram profundas modificações arquitectónicas, realçando-se, nesta intervenção, o carácter revivalista, próximos dos valores da arquitectura chã dos finais do século XVI.
    As novas colunas foram feitas em 1760, imitando as da Igreja da Sé.
    Foi responsável por esta reconstrução o mestre entalhador farense Manuel Francisco Xavier.
    Conserva, no seu interior, significativas manifestações dos séculos XVII e XVIII, com realce para a capela-mor e para as capelas do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora da Vitória.

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    Igreja de Nossa Senhora do Carmo

    Dominando o Largo do Carmo, foi fundada, em 1713, pelo Bispo D. António Pereira da Silva nos terrenos, até então, pertencentes à Horta de São Pedro.O Padre Frei Manuel da Conceição, arquitecto carmelita, veio de Lisboa e foi o responsável pela traça da igreja.
    Nos meados do século XVIII procedeu-se a um acréscimo do corpo da igreja, tendo-se destruído a anterior fachada. No seu lugar, a partir de 1747, foi edificado um novo espaço de grande dinamização, sendo responsável por esta obra, pela concepção do « risco» da nova fachada e pela sua execução o mestre pedreiro Diogo Tavares.O prolongamento das obras provocou alterações ao projecto inicial: o último piso foi feito em 1775, a torre nascente nos princípios do século XIX e a outra em 1878.
    A talha foi a manifestação artística mais utilizada nesta igreja, tendo nela trabalhado os melhores escultores da região, com realce para a oficina de Manuel Martins.Merecem ainda referência a ornamentação da sacristia, o acervo de imaginária da Procissão do Triunfo e a capela dos ossos.

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    Convento dos Capuchos

    Situado na Rua Serpa Pinto, antes Rua dos Capuchos, foi construído a partir de 1620.
    Aquando da construção da cerca seiscentista ficou no seu interior.
    Com o Liberalismo, foi ocupado e remodelado pela Guarda Nacional Republicana; serviu também de cadeia comarcã.
    De realçar o pequeno claustro e a igreja, que representa uma interessante ornamentação barroca com manifestações de talha e de azulejaria.
    No interior esteve instalado o Museu Arqueológico e Lapidar Infante D. Henrique, desde 1914 até que, em 1973, o espólio foi transferido para as actuais instalações, no antigo Convento de Nossa Senhora da Assumção.
    A igreja do Convento dos Capuchos tem, hoje, funções funerárias exclusivamente.

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    Ermida de São Sebastião

    À semelhança do que acontecia com os restantes templos dedicados a S. Sebastião, protector das pestes, situava-se nos arrabaldes da cidade. Aquando da construção da cerca seiscentista ficou propositadamente de fora, passando os muros e as respectivas valas a poucos metros de distância para proteger o vizinho convento dos Capuchos. Do primitivo templo medieval resta apenas uma capela lateral, sendo do século XVIII as mais importantes remodelações. Foi sede de duas confrarias: a de São Sebastião, administrada pela Câmara Municipal e a de São Roque, a cargo dos militares. O seu interior apresenta elementos característicos da época barroca na talha e na azulejaria.

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    Ermida de Nossa Senhora da Esperança

    Outrora situada nos arrabaldes, foi fundada por João Amado, Cavaleiro e Criado do Bispo do Algarve, D. João Camelo Madureira (1486-1501), para receber os seus restos mortais e os de sua família. No século XVII, este templo foi integrado dentro da cerca seiscentista.
    Foi, no entanto, nos princípios do século seguinte que se assistiu a profundas renovações, realizadas pela Confraria que entretanto, aí se instituiu. O retábulo da capela-mor e a talha do arco triunfal já são do período «Rocaille».
    Junto a esta ermida funcionou uma gafaria, de que não restam quaisquer vestígios.
    Este templo encontra-se, hoje, desactivado e em mau estado de conservação.

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    Cerca Seiscentistas

    Temendo alguma acção militar dos espanhóis como represália à Restauração de 1640, «a cidade de Faro começou a se fortificar (…) de cinco baluartes e dois meios que a cobrem de mar a mar» (Carta do Governador do Algarve ao Rei de Portugal, de 14. 05. 1662).
    O prossessivo abandono, aliado à acção devastadora do terramoto de 1755, levaram à destruição das muralhas e ao enchimento das valas circundantes.
    Não obstante, em 1834, aquando da guerra civil entre Liberais e Miguelistas, algumas partes da cerca terem sido consolidadas, apenas chegaram aos nossos dias alguns troços situados entre a ermida do Pé da Cruz e o Convento de S. Francisco, prevendo-se a sua recuperação e o arranjo urbanístico da área envolvente.

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    Casa do Compromisso

    Os Compromissos Marítimos eram associações das gentes dedicadas às fainas do mar.
    Para além do culto religioso, defendiam os privilégios, isenções e interesses dos associados, fornecendo «o Compromisso às famílias dos marítimos, médico, cirurgião, sangrador, botica e socorros pecuniários quando estão doentes, velhos ou pobres (…) para cujos fundos todos concorrem com partes dos seus lucros, quer sejam a pesca, quer de viagens».
    Situada no gaveto das Ruas de São Pedro e do Compromisso Marítimo, esta casa foi totalmente reconstruída, em 1709, no local da anterior.
    Inácio Mendes, um dos mais prestigiados mestres pedreiros algarvios, foi também responsável pelo projecto. Este edifício de dois pisos, com beirado saliente e telhados de tesoura, constitui um bom exemplo da permanência do formulário da arquitectura chã nos princípios do séc. XVIII.
    Destacam-se na fachada lateral os dois arcos de volta perfeita, que correspondiam outrora ao açougue dos mareantes.
    Hoje pertence ao Centro Regional de Segurança Social


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    Alfândega

    Situada na Avenida da República, junto ao antigo porto de mar, a primitiva alfândega foi construída em 1499, o ano em que D. Manuel I reestruturou a vila de Faro, tendo mandado construir, na Praça Nova, o hospital e mais tarde a Misericórdia, um acougue ( talho) e a alfândega. Para aqui foram transferidos as praças de venda, que deixaram definitivamente a Praça Velha, nas Alcaçarias.
    o actual edifício data dos meados do século XIX. A zona central apresenta dois pisos, enquanto que as laterais só têm o piso térreo. O eixo é realçado por uma escada exterior, com dois lanços, que conduz a um portal rematado pelo brasão nacional. De referir, também, as janelas de sacada do andar nobre e a cobertura com telhados de quatro águas.

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    Casa de Saude

    Ocupa o gaveto das Ruas Infante D. Henrique (antes Rua direita), Teófilo Braga e da Viola .
    Serviu, nos finais do século XIX, de Casa de Saúde para tratamento da sífilis a cargo do Dr. Constantino Cúmano e do seu ajudante José Maria Assis.
    Após o declínio da Casa da Saúde, manteve-se como Grande Hotel, tendo aqui pernoitado o Presidente da República Sidónio Pais.
    É um edifício oitocentista de três pisos, com beiral saliente, sendo o último piso um acrescentamento posterior.
    A fachada principal apresenta uma composição simétrica com treze vãos, restringindo-se as sacadas ao andar nobre. Salienta-se, ainda, o eixo bem valorizado.
    Actualmente, funciona como sede do Centro Regional de Segurança Social.

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    Casa da Janela Renascentista

    Ocupa o gaveto das Ruas do Capitão-Mor e do Compromisso Marítimo.
    Do primitivo edifício quinhentista, de dois pisos e duplo beirado, pouco resta. Merece, no entanto, um olhar atento a janela de peitoril com moldura em cantaria, elemento do Primeiro Renascimento, existente no andar nobre da casa.
    No século XVIII sofreu grandes alterações, destacando-se a construção de duas janelas de sacada, uma em cada fachada.
    Posteriormente foram abertos novos vãos.
    Actualmente continua a servir de casa de habitação.

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