Aguarde...

Benvindos Siga-nos

Foto Reportagem

União das Freguesias de Faro quer mais carreiras de barcos para as ilhas-barreira

Administração 24/07/2018 União das Freguesias de Faro quer mais carreiras de barcos para as ilhas-barreira

A União das Freguesias de Faro quer que as carreiras de barco para o Farol, Culatra e Praia de Faro decorram com «mais frequência e que se iniciem mais cedo», tendo já contactado a Docapesca no «sentido de rever o contrato de concessão e acautelar esta necessidade». 

 

Bruno Lage, presidente da União das Freguesias de Faro, considera que «não é aceitável que, fora da época estival, os farenses que não tenham barco próprio sejam forçados a deslocarem-se ao concelho vizinho para apanharem um barco para os transportar para o seu próprio concelho», referindo-se, em concreto, ao acesso à Culatra e ao Farol.

 

Para este responsável autárquico, «Faro e os farenses têm de assumir de uma vez por todas a Ria Formosa e as suas ilhas-barreira como uma mais valia económica e ambiental, além das suas enormes potencialidades que devem ser aproveitadas ao nível do recreio e lazer».

 

Além das excelentes praias, «há inúmeras atividades que se podem desenvolver não só nos meses de Julho e Agosto, mas sim todo o ano, como por exemplo percursos pedestres, turismo de natureza, gastronomia, desportos ou simplesmente passear e conhecer estes núcleos habitacionais».

 

Para a União de Freguesias não faz «qualquer sentido que os farenses fiquem impedidos por ausência de transportes públicos (neste caso ligação via marítima) de fruírem das condições naturais existentes no seu concelho e que os culatrenses fiquem condicionados e limitados nas suas deslocações à cidade de Faro».

 

Assim, o presidente da União das Freguesias de Faro pretende que as carreiras regulares para a Culatra e Farol se iniciem logo no mês de Abril e terminem somente no final do mês de Novembro, além do maior número de carreiras durante os meses de Junho a Setembro para estes dois destinos e também para a Praia de Faro.

 

Bruno Lage refere ainda que «o aumento do fluxo de turistas em Faro requer também mais exigências e ofertas de modo a termos uma cidade mais funcional, mais hospitaleira e com boas acessibilidades onde a Ria Formosa e as ilhas barreira como ex-líbris de Faro e do Algarve não podem ficar esquecidas nem negligenciadas».

 

FONTE

Sul Informação

 



Partilhar

Ver Todas